<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462</id><updated>2011-04-21T19:08:44.895-03:00</updated><title type='text'>Centelha Centrífuga</title><subtitle type='html'>Pensamentos paralelos</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-116368683967261740</id><published>2006-11-16T12:16:00.000-02:00</published><updated>2006-11-16T12:20:39.690-02:00</updated><title type='text'>Campos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;Cada dia é uma luta; cada ano de vida, uma dádiva. Atravessar a cidade, em meio ao caos, uma incerteza, uma batalha. Quem sobrevive aos prédios em obras e aos abandonados, à miséria que deita na esquina, ao trânsito que abraça todos com fumaças, chega ao final do dia lutando contra suas próprias lembranças. Outdoors, buzinas, correria, relógio, pressa, falta de educação. Nada faz sentido, por mais que as pessoas tentem acreditar que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguma coisa tem de ter sentido. E quando nada mais tiver, ainda vou sobrar-me a mim mesmo. Até lá, tento buscar um sentido em mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-116368683967261740?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/116368683967261740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=116368683967261740&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/116368683967261740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/116368683967261740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/11/campos.html' title='Campos'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-116329996712081154</id><published>2006-11-12T00:38:00.000-02:00</published><updated>2006-11-12T00:52:47.133-02:00</updated><title type='text'>Da Nota ao Conto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Notícia da Folha:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;-- Presos em greve de fome têm visita suspensa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Os 44 presos em greve de fome desde segunda-feira no Centro de Readaptação Penitenciária (CRP) de Presidente Bernardes (589 km de SP) foram punidos pela diretoria da unidade e não terão direito a visitas de parentes neste final de semana.&lt;br /&gt;A punição vai vigorar inicialmente por 30 dias. Entre os detentos punidos está Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como o principal líder do PCC.&lt;br /&gt;Um funcionário da Secretaria da Administração Penitenciária, que pediu para não ser identificado, disse que o protesto é visto como motim. A greve entra hoje em seu quinto dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conto do Fred:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-- &lt;em&gt;Uma Primavera&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em setembro de 2008 representantes dos desempregados de todo o país resolveram que entrariam em greve de fome por maiores condições e qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adilson, o líder do movimento, foi o primeiro a anunciar, como de praxe, em um megafone abaixo do Masp, na Avenida Paulista. Isso já era uma atitude radical por si só, já que há meses os jornais temiam o desmoronamento do museu depois de um famoso engenheiro da capital ter anunciado que uma das quatro colunas de sustentação do museu estava condenada. Mas o homem que berrava por melhores condições aos brasileiros pouco se importava que o alto timbre de sua voz poderia acelerar um provável desastre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os policiais chegaram rapidamente. Com uma certa distância, cercaram aquele louco que pedia para que os milhões que se encontravam como ele fizessem o mesmo a partir daquele dia de Primavera. Usou a estação para comparar ao começo de um novo ciclo no Brasil, o que já se tinha ouvido tantas vezes na história política nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se lá por quê, Adilson conseguiu a simpatia de muitos, dentre os quais um grande número resolveu que o seguira também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aquela barreira de cones vermelhos e fitas amarelas improvisada pela polícia impedia que qualquer pessoa se aproximasse do líder. Além de contribuir com a algazarra, mais gente embaixo daquela caixa de concreto seria um desastre ainda maior. E foi quando Adilson sentou-se no chão para começar a greve que o museu veio a baixo. A comoção foi geral. A greve ficou em segundo plano. Nem Renoir conseguiu escapar da mortal e voluntária implosão de sua casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, começo de Primavera, uma nova Lei foi levada à Câmara dos Deputados: multa para grevistas de fome. Quem se recusasse a comer por mais de um dia, seria autuado em flagrante. Os moradores de rua preocuparam-se, mas acalmaram-se ao notar que nunca recusariam um prato de comida. Mas isso é outra história. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5159/3347/1600/masp.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5159/3347/320/masp.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-116329996712081154?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/116329996712081154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=116329996712081154&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/116329996712081154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/116329996712081154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/11/da-nota-ao-conto.html' title='Da Nota ao Conto'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-116227096696523075</id><published>2006-10-31T01:42:00.000-03:00</published><updated>2006-10-31T02:03:18.383-03:00</updated><title type='text'>Bono Rita Vox Lee</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Depois que terminei meu TCC sobre a Rita Lee no meio do ano passado, me deparei com várias informações que poderiam ter melhorado meu trabalho original. Mas isso é típico de pautas jornalísticas. O mundo não pára e uma reportagem tem grandes chances de ser estática em relação a isso. Não dá para sofrer diante disso. Nem há motivos para tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem. Ontem, diante da tão anunciada entrevista com Rita no Fantástico, pensei que iria me deparar com mais alguma coisa bombástica explodiria diante de meus olhos depois de mais um ano de conclusão do curso. Infelizmente, nunca vi tanto do mesmo: enfatizou que é contra os rodeios, que já recebeu ligações ameaçadoras; que acabou de parar definitivamente com as drogas e está disposta a encarar os sessenta anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, uma coisa me surpreendeu: sua opinião sobre o vocalista Bono Vox e a atitude do líder do U2 a favor dos direitos humanos e outras causas relacionadas. Depois de falar em prol dos animais e seu próprio repúdio contra essas práticas terríveis, ela solta que o cantor irlandês só busca o marketing pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até posso tentar achar um marketing na atitude do cantor do U2. Mas ainda não achei um motivo dessa “entrevista reveladora” dada para o Fantástico. Tudo bem que pendurar terço no microfone pode não melhorar o panorama mundial, mas acho muito contraditória a declaração de Rita quanto ao ativismo de Bono, logo depois de ter se pronunciado contra o rodeio. Mais contraditória fica a situação quando a nossa querida titia usa o horário nobre da Globo no domingo para dizer o que já sido dito há anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente, ainda me pergunto o por quê dessa entrevista. Sem mágoas, Rita, mas com umas interrogações pairando no ar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/txKDhACU9QI" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vídeo: cada um usa o microfone do jeito que quiser...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-116227096696523075?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/116227096696523075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=116227096696523075&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/116227096696523075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/116227096696523075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/10/bono-rita-vox-lee_31.html' title='Bono Rita Vox Lee'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-116128823616510131</id><published>2006-10-19T16:38:00.000-03:00</published><updated>2006-10-19T17:10:09.330-03:00</updated><title type='text'>Para ouvir enquanto aguardamos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Mais uma para não morrer antes de escutar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem já assistiu ao documentário "&lt;em&gt;Nós que aqui estamos por vós esperamos&lt;/em&gt;" sabe que, além do primor das imagens e edição, a qualidade da trilha sonora marca tanto quanto o que se vê. O diretor, Marcelo Masagão, encontrou seu estilo de fazer documentário e este, que tem o perfil de registro histórico (neste caso, um registro do século XX), tem um resultado único na produção de peças nacionais neste gênero. As músicas do compositor belga minimalista Wim Mertens são tão importantes na sensibilidade do filme quanto o vasto arquivo de imagens que retratam o século passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem já assistiu ao filme gostou da trilha, encontrei essa apresentação de Mertens, da música "&lt;em&gt;Strugle for Pleasure&lt;/em&gt;". Quem ainda não viu, não deixe de ver!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/r93Oayq09Lk" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-116128823616510131?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/116128823616510131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=116128823616510131&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/116128823616510131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/116128823616510131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/10/para-ouvir-enquanto-aguardamos.html' title='Para ouvir enquanto aguardamos'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-116016411569931910</id><published>2006-10-06T16:22:00.000-03:00</published><updated>2006-10-06T16:48:35.730-03:00</updated><title type='text'>De volta à realidade! Viva o JL!!!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Louvado seja! Enquanto alguns ainda discutem o que é &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornalismo_LiterÃ¡rio"&gt;Jornalismo Literário&lt;/a&gt;, tem gente que não pára só por aí. Não há mal nenhum as discussões em torno do tema, mas o pior é ficar só no gogó ao invés de dar a cara à tapa e sair fazendo o tal do JL (ou Jornalismo Narrativo, como preferir).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é da época, pode lembrar que esse estilo foi muito usado nos anos 60 e 70 aqui no Brasil, com a finada Revista Realidade (Abril). Lá, entre a centenas de páginas, podia-se encontrar verdadeiras narrativas de qualidade. Narrativas da vida real, sobre acontecimentos e pessoas feitas de carne o osso como você e eu. Oras, por que acabou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem que o regime militar conseguiu apagar com quase tudo que era de qualidade nesse país. E quando voltamos à democracia, a imprensa já estava contaminada pelo hard news way of life que, assim como jornalismo literário, era muito forte nos Estados Unidos. Podem falar o que quiser, mas os Estados Unidos inventa moda, só que também sabe manter o que produz de bom. A revista &lt;strong&gt;The New Yorker&lt;/strong&gt; (link ao lado) existe há mais de 70 anos e continua produzindo ótimos textos desde que nomes como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Truman_Capote"&gt;Truman Capote&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Joseph_Mitchell"&gt;Joseph Mitchell&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lillian_Ross_(journalist)"&gt;Lillian Ross &lt;/a&gt;e muitos outros habitaram suas páginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí vem um grupo da Associação dos Amantes do Lide (acabei de inventar isso) com todas as desculpas para dizer como é que o Jornalismo Literário não é mais viável nos tempos de hoje. Para mim, o inviável é fazer entrevistas sem sair das salas de redação, por telefone, e-mail etc... Desculpem, mas a sola do meu sapato é feita pra gastar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preguiças à parte, há profissionais, como o do &lt;strong&gt;Texto Vivo&lt;/strong&gt; (link aí no menu!) que já tirou se propôs a dar o exemplo de tirar a bunda da cadeira na hora de fazer um boa narrativa sobre a vida ral. E espero não queimar minha língua daqui um tempo em relação às minhas esperanças despertadas pela &lt;strong&gt;Revista piauí&lt;/strong&gt;, que sai na semana que vem (link também ao lado). Assim como todo&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5159/3347/1600/capa2_piaui.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 126px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px" height="182" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5159/3347/320/capa2_piaui.jpg" width="140" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;s os interessados nesse tipo de produção jornalística, João Moreira Salles resolveu fazer essa publicação que tem uma preocupação: fazer reportagens. É estranho dizer isso, mas essa revista será para ler, e não apenas para folhear. E para aqueles que ainda teimam em pensar o contrário, será (ou pelo menos espero) uma boa oportunidade para se ver que jornalismo pode ser criativo. Pode encontrar assuntos que fujam da agenda do dia, assim como pode ouvir fontes que não sejam “oficiais”, mas que têm muita história a falar e contribuir com a qualidade dos que se vê nas bancas de revistas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-116016411569931910?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/116016411569931910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=116016411569931910&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/116016411569931910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/116016411569931910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/10/de-volta-realidade-viva-o-jl.html' title='De volta à realidade! Viva o JL!!!'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-115946365577502007</id><published>2006-09-28T14:05:00.000-03:00</published><updated>2006-09-28T21:19:40.040-03:00</updated><title type='text'>Três Minutos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Resolvi postar o conto "Três Minutos". Saiu no &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.comuniquese.com.br/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Comunique-se&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;, mas nem todo mundo tinha cadastro e conseguiu ler. Então vai aqui o conto meio requentado. Mas tá valendo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Três minutos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um objeto de amplitude considerável, vermelho e reluzente. O contraste sobreposto no anil fosco do céu tornava a cena ainda mais inesperada. A engenhoca, que nada tinha de geringonça, como se podia ouvir de algumas pessoas que a avistavam, parecia ter em seu equilíbrio um único eixo, bem no seu centro. Suas laterais inclinavam-se para cima ou para baixo assim que sua frente se direcionava à esquerda ou à direita. A ação do maquinista ou de quem quer que fosse o piloto do veículo era a regência dos soltos movimentos que iludiam os curiosos olhares. O céu passou a parecer escorregadio, uma composição de frouxa consistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adiante, apesar dessas errantes agitações, seguia adiante. Aliás, não havia quem entendesse a maneira pela qual se conduzia o enorme aparelho rubro. Afinal, quem pode julgar tal ação já que é inédita a qualquer olhar, pelo menos ao racional. Aqueles que o faziam não passavam de bravateadores, tirando os bêbados e os loucos. De qualquer forma, havia algo de estranho, talvez por ser algo inédito, na forma em que desenhava o céu. Além da fumaça branca debandada da chaminé preta, confundindo-se com nuvens tão claras quanto esta névoa tubular, havia um leve risco branco por onde as rodas passavam, como se fossem resultados da ebulição de algumas partículas líquidas encontradas porventura na via celeste.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tomás surpreendeu-se com a ocorrência. Sua vida medíocre não apresentava estrutura suficiente para tais visões, principalmente as abruptas como essa. Até sentiu-se invadido, ameaçado. Hesitava sobre os direitos que qualquer acontecimento teria para poder aparecer diante de seu cotidiano. Uma vivência sem sabor, sem passado e futuro, conversas, amizades e discussões. Nada, simplesmente nada era o que a Tomás pertencia além de uma sala ecoante, uma fétida e empoeirada despensa e um guarda-roupa úmido e quase vazio. Acostumara-se com essa realidade após a morte de sua esposa Júlia e o distanciamento de seus filhos e netos após a fatalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As paredes brancas, amareladas nos cantos, tão solitárias de barulhos, conversas, músicas, gargalhadas, surpreenderam-se tanto quanto o proprietário do apartamento que sustentavam. A candidez tornou-se avermelhada quando aquele objeto voador passou vagarosamente diante da varanda, agora tirando algumas leves expressões do rosto de Tomás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O velho, irritado com tal ocupação de sua vista panorâmica e imutável de Caminae, sua cidade, pela qual tanto se apegara durante sua longa e infindável vida, começou a gritar para aquela máquina de pintura pomposa e de postura magnífica. Era muito maior e imponente nesse momento, quando a via de perto, o que não intimidou o infeliz quando, aos berros e insultos, chegava ao seu ponto máximo de exaltação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanta fúria interrompeu-se abruptamente quando seus óculos colidiram com a escura e fria ardósia, após um longo vôo parabólico, trincando suas lentes e multiplicando o reflexo em centenas de agitados pontos vermelhos. Não tão nitidamente quanto estes pontos, a vista de Tomás turvou-se desesperadamente. Na sua áspera testa surgiam gotículas de suor que não tardavam a escorregar e molhar suas longas e embaraçadas sobrancelhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vermelho estagnou-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia aproximou-se de Tomás e, com toda a calma e segurança profissional, retirou-lhe o fino cilindro de vidro dos lábios trepidantes e verificou o grau febril. Os quatro filhos do velho enfermo aguardavam em pé, próximos à porta do quarto, como se soubessem que estavam diante de mais um pequeno susto procedente do pai. A enfermeira passou uma pequena toalha branca naquele rosto úmido e agitado. Ajeitou o travesseiro torto, posicionado como tal após os incessantes movimentos do acamado. Voltou-se aos filhos, impacientes, e disse que poderiam voltar às suas casas sem nenhuma preocupação.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-115946365577502007?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/115946365577502007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=115946365577502007&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115946365577502007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115946365577502007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/09/trs-minutos.html' title='Três Minutos'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-115812085666146360</id><published>2006-09-13T01:11:00.000-03:00</published><updated>2006-09-13T01:14:16.673-03:00</updated><title type='text'>Monólogo na diretoria</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Vejo que sua cara de desalento quer me perguntar por que isso aconteceu . A resposta é nem eu sei. Saibas que tal questão surge como um pêndulo que, uma vez que empurro contra meu corpo, volta com a mesma velocidade à minha testa. Mas também é válido por eu constatar, com surpresa, de que isso não é de todo mal, já que se você esperava algo de mim, isso eu considero como um dos mais profundos elogios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre me achei um tanto quanto sem sal, sem voz, imaginando-me desprezível. Certas vezes eu percebia pessoas implicando comigo quando eu insistia em entrar no meio de uma conversa, mesmo não estando na roda, mas me sentindo no direito de apenas saber sobre o assunto. Hoje vejo que isso era uma forma para eu mostrar-me capaz. Mas no final estava lutando contra meus próprios objetivos de querer ser um pouco mais considerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, olhando para sua cara de desapontamento me dá uma satisfação que sinto correr no sangue de todo o meu corpo. Como se fosse uma descarga de adrenalina. Maldita adrenalina. Adrenalina. Adrenalina. Uma satisfação de saber que você esperava mais de mim e, mesmo não conseguindo te satisfazer, contento-me ao menos em saber que um dia eu fui algo mais do que acreditei. Pelo menos para alguém. Pode colocar sua roupa, meu sangue não corre em todas as minhas veias como deveria correr agora.  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-115812085666146360?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/115812085666146360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=115812085666146360&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115812085666146360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115812085666146360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/09/monlogo-na-diretoria.html' title='Monólogo na diretoria'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-115679353854577499</id><published>2006-08-28T16:29:00.000-03:00</published><updated>2006-08-28T16:36:11.030-03:00</updated><title type='text'>Exercício</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sem tempo. Sem sintomas, quase sem sentido. Quase que sem dinheiro, mas com passado e, de repente, um futuro. A única certeza é o presente e é nele que vivo, ou tento prestar atenção. Mas o que faço na vida se não tentar? Tentei crescer para ser alguém maduro, alguém com quem se possa conversar. Tentei aprender, tentem vivenciar, tentei acertar, mas sabendo que valeria a pena também errar. Tentei não me apressar demais, mas também não me atrasar. Tento o tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver no meio de uma cidade que beira a demência é uma bela tentativa. Sobreviver então, nem se fale. Fugir dela seria como fugir da minha pacata cidade do interior, coisa que já fiz antes, quando vim para cá. Tentar ser alguém, isso independe do lugar em que eu esteja. Tentar ter mais tempo? Para quê? Se o presente já basta e nele posso ter um infinito de possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes consigo: tentei uma faculdade, passei. Tentei encontrar alguém, consegui. Tentei um emprego, consegui. Tentei algo melhor, ainda não consegui, mas já me livrei do emprego. Tentei ser jornalista. O diploma é a prova. Mas às vezes acho que vai ser difícil agüentar esse risco tão incerto. Cair num mundo onde as opiniões já são formadas, as regras já estabelecidas, as idéias consideradas corretas colocadas em práticas como se as outras nem ser quer existissem. Ao menos fora da parede dos manicômios. Mas riscos sempre existem, e não é só naquilo que acredito que posso fazer. Ainda procuro as outras chances as quais posso encontrar agora, por exemplo, enquanto penso quem sou. Não sei se sou, mas tento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-115679353854577499?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/115679353854577499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=115679353854577499&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115679353854577499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115679353854577499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/08/exerccio.html' title='Exercício'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-115593657153646634</id><published>2006-08-18T17:40:00.000-03:00</published><updated>2006-08-18T18:29:31.546-03:00</updated><title type='text'>Palavarar a alma</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Estava pensando qual é o peso da palavra. A palavra tem peso, isso é inegável. O poeta que me diga. O ávido leitor, o vendedor, o profeta e o profano. Palavra e mais palavras. São tantas, mas que às vezes parecem insuficientes. Como é difícil encontrar uma palavra e como é dificíl nos livrarmos de um outro tanto delas. Aquelas palavras que tendem a perseguir nosso pensamento.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;E o pensamento? Qual é o peso do pensamento? Será o mesmo da alma, que existe mesmo sem o pensar? Ou será que o pensar é tão inevitável quanto a alma. Inevitável? Quantas vezes buscamos palavras para fugirmos da própria alma. Escrevemos com palavras quando, nem percebemos, somos escritos pela alma. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Palavrear a palavra&lt;br /&gt;Escrita da alma&lt;br /&gt;Lava, para varear&lt;br /&gt;as palavras pensadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai o pensar&lt;br /&gt;parafrasear o ar&lt;br /&gt;que o pensar tanto fez&lt;br /&gt;e fez&lt;br /&gt;e fez&lt;br /&gt;mas não leu&lt;br /&gt;o próprio feito&lt;br /&gt;e foi&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-115593657153646634?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/115593657153646634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=115593657153646634&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115593657153646634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115593657153646634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/08/palavarar-alma.html' title='Palavarar a alma'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-115452756104496698</id><published>2006-08-02T11:01:00.000-03:00</published><updated>2006-08-02T11:13:25.186-03:00</updated><title type='text'>Diálogos Fredianos</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Enquanto isso, em algum lugar...&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;- Será que você só sabe criticar todo mundo?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;- A vida é assim.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;- Assim como?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;- Assim, as pessoas não prestam. O que você quer que eu faça?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;- Consulte um bom dicionário de antônimos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-115452756104496698?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/115452756104496698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=115452756104496698&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115452756104496698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115452756104496698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/08/dilogos-fredianos.html' title='Diálogos Fredianos'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-115410706175289655</id><published>2006-07-28T13:52:00.000-03:00</published><updated>2006-07-28T14:17:41.760-03:00</updated><title type='text'>"Bom dia!"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Escrevi esses versos já faz um tempinho... Mas ainda convivo com esse chato comportamento da pessoas. Será elas acham que todos somos seres impermeáveis, que não se cumprimentam, se olham, se enxergam? Caso achem, isso é péssimo, pois a cada encontro poderíamos ter uma nova festa. E isso faz falta.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Mas a realidade atual é essa e lucramos quando conseguimos um mero "Bom Dia".&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Bom dia,&lt;br /&gt;como antigamente&lt;br /&gt;se dizia&lt;br /&gt;por vontade própria&lt;br /&gt;E hoje,&lt;br /&gt;por obrigação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem tudo é ruim&lt;br /&gt;Pois, nessa situação&lt;br /&gt;sabemos a sinceridade&lt;br /&gt;de cada um de nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, assim, como em nós&lt;br /&gt;amarramos o dia com a noite&lt;br /&gt;para quando o sol acordar,&lt;br /&gt;ataremos a nós&lt;br /&gt;as primeiras palavras&lt;br /&gt;com o primeiro sorriso&lt;br /&gt;que fizer o dia brilhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tenham um bom dia...&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-115410706175289655?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/115410706175289655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=115410706175289655&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115410706175289655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115410706175289655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/07/bom-dia.html' title='&quot;Bom dia!&quot;'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-115401878485160881</id><published>2006-07-27T13:45:00.000-03:00</published><updated>2006-07-28T11:46:05.746-03:00</updated><title type='text'>Na Maria Antônia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A mulher maquiada, vestida para ser elegante, acaba denunciando a decadência social de uma região entre o luxo e o lixo da cidade. Se ela tivesse vindo da região oposta a que veio, teria saído de seu luxuoso apartamento, de cores claras e móveis da última moda. Mas não veio de lá. Veio da rua lá de baixo, de uma região que em nada parece nobre.O rosto maquiado quase como se fosse uma velha vedete fora dos holofotes, mostra seus olhos errantes, assim como seu corpo, buscando algo que nunca conseguem achar. De seu lado direito, lojas e um teatro, mas ela volta-se ao outro lado, em direção à caçamba de entulhos. Passa os olhos rapidamente pelas tralhas e não vê nada que lhe interessa. Volta à amarga realidade, que segue em passos lentos a um destino incerto. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-115401878485160881?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/115401878485160881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=115401878485160881&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115401878485160881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115401878485160881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/07/na-maria-antnia.html' title='Na Maria Antônia'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-115341174664029897</id><published>2006-07-20T13:00:00.000-03:00</published><updated>2006-07-20T13:09:06.653-03:00</updated><title type='text'>Para que existe a tecnologia, afinal?</title><content type='html'>Então, o homem criou os computadores em busca de descansar no final do dia... Isso poderia ser o início de uma nova era da evolução. Embora esse período tenha se iniciado, parece que o mesmo homem correu contra essa tal de evolução. Estamos voltando a nos curvar, como se fossemos em direção ao início daquela velha linha darwiniana. Além de nossas colunas tortas, estamos deixando de pensar! Socorro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tanta informação! “Quem lê tanta notícia?”, já diria Caetano. A velocidade de tudo nem faz mais com as pessoas questionem os fatos lidos e ouvidos, verifiquem o que é verdade ou não, ou percebam as verdades óbvias que estão diante do nariz, mas deixam de existir por não estarem no Google. Já pensou nisso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais computadores, mais facilidades e nossas mão e mais rapidez para resolver problemas e tarefas. A premissa é perfeita, mas na prática, isso corre longe. A idéia de que, quanto mais facilidade, mais produção, está matando o homem. Se antes alguém produzia “x” em dez horas, com os computadores, esse feliz cidadão produziria “x” em cinco horas e teria direito ao tão almejado “ócio criativo”: dedicaria essas horas extras para pensar. Para o lazer! Mas o que se vê hoje é demanda pelo dobro de produção para o mesmo intervalo de tempo. Infeliz do cidadão que depende do computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na idéia do mercado brasileiro, a idéia do ócio pela criatividade pode parecer um papo de vagabundo, de quem não quer nada com a vida. Mas a verdade é que, em um curto prazo, o esse método apresenta mais qualidade e soluções. E o pior é que isso não é idéia nada original (talvez eu esteja precisando de um tempo livro para produzir originalidade). Teóricos já discutiram sobre o assunto e países europeus já adotam essa política “slow” de produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas existe uma outra “verdade”; esta decorrente da sociedade que se diz “superinformada”, mas que consegue se contentar com idéias tão superficiais e condicionadas que acabam achando melhor acreditar naquilo que já está dito como certo. Essa verdade tão cultuada é de que “a vida é assim”. Mas pasmem, leitores! Não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, preciso voltar ao trabalho e produzir...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-115341174664029897?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/115341174664029897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=115341174664029897&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115341174664029897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115341174664029897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/07/para-que-existe-tecnologia-afinal.html' title='Para que existe a tecnologia, afinal?'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31084462.post-115282326267468710</id><published>2006-07-13T17:38:00.000-03:00</published><updated>2006-07-14T10:23:23.053-03:00</updated><title type='text'>Como me livrar da mesmice?</title><content type='html'>Eu estava pensando na minha vida e na vida daqueles que têm um cotidiano parecido com o meu: estudo, lazer, trabalho, tempo curto, tempo curto e tempo curto. Vêem a família quando pode, sente saudades quando se lembra dela, sai na rua e vê a correria, as pessoas sérias correndo para lá e para cá, a miséria, a fartura... Vêem a necessidade de se criar coisas e o exagero que a hipocrisia tende em criar necessidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, resolvi escrever sobre isso. Mas logo me veio à cabeça algo que sempre me ocorre quando penso sobre essas coisas. Tem tanta gente que escreve sobre isso e, muitas vezes, da mesma maneira. Aí o assunto se divide na minha função: a princípio, eu só gostaria de escrever sobre algo que percebo, mas logo vem um ruído e me anuncia que devo escrever de forma original e diferente do que se vê milhares de vezes por aí. Principalmente com o aumento de tantos blogs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora não consegui me livrar da mesmice. Nem quando procuro algo novo, nem quando tento produzir algo original. Mas o mundo não está perdido. A natureza se cria e se recria, apesar de algumas coisas se perderem pelo caminho. Vira e mexe gosto de algo por aí, o que não garante muita coisa, mas ao menos me satisfaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, na busca de encontrar uma centelha em tanta obscuridade, vejo-me também procurando produzir uma luz a partir de um nada. O problema é que, ao invés de partir do nada, vejo-me diante de um mundo farto de todas as coisas que eu nem imaginava.Um dia eu acho um jeito de tentar mudar a mesmice.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31084462-115282326267468710?l=centelhacentrifuga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/feeds/115282326267468710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31084462&amp;postID=115282326267468710&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115282326267468710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31084462/posts/default/115282326267468710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://centelhacentrifuga.blogspot.com/2006/07/como-me-livrar-da-mesmice.html' title='Como me livrar da mesmice?'/><author><name>Fred Linardi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16142917529363707854</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
